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13/05/2015 - 00h00m

Governador vai a ministério garantir continuidade das obras do Canal do Sertão

Atrasos no repasse de recursos diminuíram ritmo das obras no trecho III

Governador vai a ministério garantir continuidade das obras do Canal do Sertão

O Trecho III do Canal se encontra com cerca de 98% dos trabalhos já executados. Sua conclusão permite um acréscimo de 37% na disponibilidade água no sertão (Fotos: Ascom Seinfra)

O governador Renan Filho e a secretária de Estado da Infraestrutura, Aparecida Machado, garantiram todo empenho do governo para que as obras do Trecho III do Canal do Sertão não sejam paralisadas, de acordo com informações que circularam nesta quarta-feira (13) na imprensa.

Para reforçar o compromisso da continuidade dos trabalhos, a secretária se reuniu com o chefe do Poder Executivo com o intuito de negociar junto ao Governo Federal a regularização do fluxo de pagamento de recursos federais à empresa responsável pela obra.

Na próxima semana, tanto o governador quanto a secretária irão a Brasília para tratar da vinda de recursos dessa e de outras obras em execução no Estado.

“O fluxo de pagamento (repasse da verba) de fato reduziu drasticamente as obras do Canal do Sertão no final de 2014, tendo o novo governo encontrado débito de aproximadamente R$ 160 milhões com as empresas que estão executando as obras do Canal. De janeiro até abril, já foram pagos mais de R$ 130 milhões, mas ainda há saldo devedor a pagar”, revelou a secretária Aparecida Machado.

“O governador irá negociar incansavelmente com o governo federal a regularização desses pagamentos, de forma a não permitir a paralisação das obras. O Trecho III do Canal se encontra com cerca de 98% dos trabalhos já executados. Sua conclusão permite um acréscimo de 37% na disponibilidade água no sertão”, completou Aparecida.

Entendimentos

Segundo a secretária, já houve um contato nesta quarta-feira entre o governador e o responsável pela construtora, que externou o problema e dificuldades com o ritmo mais lento no canteiro, mas o construtor se predispôs a esperar o resultado da visita do governador a Brasília para tomar sua decisão.

“Uma paralisação, se concretizada, seria um prejuízo social muito grande para toda a população do Alto Sertão, tanto no que diz respeito ao abastecimento de água, quando ao emprego que ela proporciona. Vamos buscar o apoio do governo federal para não deixar que uma obra dessa dimensão e importância para milhares de alagoanos pare“, ratificou.

O Trecho III do Canal do Sertão compreende os municípios Água Branca, Olho D’Água do Casado, Inhapi e Senador Rui Palmeira, todos localizados no Alto Sertão de Alagoas.

O Canal do Sertão já tem concluídos 68 km com água que beneficia a milhares de alagoanos. De acordo com o secretário-adjunto de Projetos Especiais e Irrigação da Seinfra, Alzir Lima, a obra está em execução até o Km 123, de um total de 250 Km que beneficiará 46 municípios do Sertão e Agreste.


Até agora não está confirmada a paralisação em nenhum trecho da obra, apenas ocorre uma diminuição do ritmo em função da irregularidade no repasse dos recursos por parte da União, reforça Alzir.

TCU

A secretária Aparecida Machado ressaltou também que nesta semana visitou o diretor da Secretaria de Controle Externo do TCU em Alagoas, João Walravem Júnior, externando sua preocupação com os prejuízos que uma paralisação de qualquer obra tocada pelo Estado traz como consequências para a população.


“Quando paralisamos uma obra penalizamos a população de três formas diferentes, mas igualmente danosas. A primeira é com o desemprego gerado com as demissões dos trabalhadores. Em segundo lugar, o atraso na entrega do benefício que a obra representaria, e em terceiro com o ônus imposto pelos reajustes de valores previstos em contrato e com a involução sofrida pela o obra que representa perdas de serviços que precisam ser recuperados, o que aumenta o custo do investimento quando da retomada”, argumentou a secretária.

“Uma de nossas missões enquanto gestores públicos é evitar ao máximo a paralisação de uma obra que vai gerar riqueza e avanço social para a população, como o Canal do Sertão, por exemplo”, ressaltou Aparecida.

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